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Viagra da EMS chega hoje ao mercado a R$ 10

21/6/2010

Viagra da EMS chega hoje ao mercado a R$ 10

Clayton Netz - O Estado de S.Paulo
   A fabricante de medicamentos EMS não perdeu tempo. A americana Pfizer, dona da marca Viagra, remédio para disfunção erétil, já terá concorrente na praça a partir de hoje. São dois lançamentos de uma só vez, feitos pelo laboratório de Hortolândia. O genérico chega na cor azul (mais clara que a da marca original) e o similar, batizado com o sugestivo nome de Suvvia (avante, em italiano), na cor branca. O produto tem o mesmo princípio ativo do Viagra, o citrato de sildenafila. Para apresentar o produto ao mercado, a EMS vai colocar um batalhão de vendedores e propagandistas na rua. Cada medicamento seguirá uma estratégia própria e agressiva de marketing. O genérico será apresentado às farmácias por uma equipe de 250 representantes da EMS Genéricos, que cobrirão 80% das empresas do setor. Outros 1.500 propagandistas - todo o contingente da EMS Sigma Pharma - sairão com o Suvvia na maleta rumo aos consultórios médicos de todo o País - a ideia é seguir o modelo de prescrição médica. "Estaremos todos na rua nesta segunda-feira", diz Waldir Eschberger, vice-presidente de mercado da EMS.


Nem mesmo a reação da Pfizer, que anunciou, no último dia 8, a redução de corte de 50% no preço do Viagra, que caiu de uma média de R$ 30 para R$ 15, desanimou a EMS. "Vamos manter a promessa de diminuição de 35% no preço dos nossos lançamentos", diz Eschberger. O genérico e o similar da EMS custarão em torno de R$ 10. "A gente fica contente com a redução do preço, mas ela deveria acontecer antes, não só quando outros entram no mercado."


   Daqui para frente, segundo ele, estima-se que a cada ano entrem um milhão de novos consumidores no mercado de medicamentos para disfunção erétil. Atualmente, 10% dos brasileiros sofrem com o problema. Em 2009, esse tipo de medicamento movimentou R$ 513 milhões - o Viagra respondeu por 34% desse total. Para atender ao aumento da demanda, a EMS vai aumentar sua capacidade produtiva de 30 milhões para 40 milhões de unidades por mês a partir de setembro.


  O esforço da EMS para chegar à frente dos concorrentes com o genérico e o similar do Viagra deu certo. De três anos para cá, a empresa investiu R$ 20 milhões no desenvolvimento dos produtos, que envolveu uma equipe de 200 pesquisadores. Esse dinheiro será aplicado na comercialização dos novos medicamentos.


  A meta de vendas da EMS com os lançamentos é ousada. "Com esses dois novos produtos esperamos ter metade do mercado de genéricos e chegar à liderança na categoria de prescrição médica com o Suvvia até 2011", diz Eschberger. Enquanto a equipe de vendas se concentra no lançamento dos produtos, a área de pesquisa da EMS trabalha para colocar outros medicamentos no mercado. Daqui a dois anos, 25 remédios, como o Lipitor, para o controle do colesterol, e o Diovan, para hipertensão arterial, terão suas patentes vencidas. "Estamos finalizando o processo de desenvolvimento de todos esses remédios", afirma Eschberger.


"Foi uma grande lição ver como é importante fazer orçamentos bem feitos, controlar bem os custos e aderir aos orçamentos"


Charles Putz, presidente da Namisa
EM DEPOIMENTO AO PODCAST RIO BRAVO. PUTZ LEMBRAVA SUA EXPERIÊNCIA COMO EMPREENDEDOR, AOS 16 ANOS DE IDADE, COM A CONSTRUÇÃO DO WAVE PARK, A PRIMEIRA PISTA PARTICULAR DE SKATE DO BRASIL. A PISTA, QUE DEVERIA CUSTAR US$ 40 MIL, ACABOU SAINDO POR US$ 100 MIL
IMÓVEIS


Odebrecht com vendas a todo vapor
    Criada em 2004, a Odebrecht Realizações Imobiliárias (OR) manteve uma característica do grupo baiano: a agressividade. Presente em oito Estados e no Distrito Federal, a OR pretende atingir em 2010 um faturamento de R$ 1,3 bilhão, segundo Paul Altit, presidente da empresa. Seu mais recente lançamento, o Residencial Murano, localizado num terreno em frente à praia de Icaraí, em Niterói (RJ), é um bom exemplo do estilo do grupo no ramo imobiliário. Em duas semanas, 150 apartamentos de um total de 200 unidades foram comprados na planta, inclusive as 16 coberturas, que custam de R$ 1,5 milhão a R$ 4 milhões.

AMOSTRA GRÁTIS
Nissan dá carona a clientes em São Paulo
   Aproveitando a abertura da última unidade da loja Sample Central na Vila Madalena, na capital paulista, a montadora japonesa Nissan vai oferecer seu modelo Livina para uma volta num circuito pré-determinado.Na Sample Central, os clientes cadastrados, que pagam uma taxa anual de R$ 15 a R$ 50, levam para casa novidades que ainda não chegaram ao varejo, como cosméticos, alimentos, entre outros. No caso de eletrônicos e do Nissan Livina, os produtos são apresentados na loja.

NICHO SUSTENTÁVEL
Lanxess fará matéria-prima de pneu "verde" no NE
   A alemã Lanxess, uma dos maiores fabricantes globais do setor químico, vai investir 20 milhões na produção de polibutadieno com catalisador de neodímio (Nd-PBR) - o nome estranho designa um tipo de borracha usada como matéria-prima dos chamados pneus "verdes" - na Alemanha, Estados Unidos e Brasil. O Nd-PBR brasileiro começará a ser produzido até o final de 2011 na unidade da Lanxess de Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, que está sendo ampliada para receber a nova linha, que reduz o consumo de combustível nos veículos. Em 2008, a Lanxess adquiriu a Petroflex, maior fabricante de borracha sintética da América Latina.


INFLAÇÃO
Brasil é um dos falcões da política monetária da AL

    Um estudo dos professores Marcelo Moura, do Insper (ex-Ibmec), e Alexandre de Carvalho, da Universidade Federal do ABC, avaliou a política monetária das sete principais economias da América Latina, classificando-as como "pombos", "falcões" e brandos, segundo o rigor dos mecanismos anti-inflação utilizados. Brasil e México encaixaram-se no grupo dos falcões - duros no combate à inflação. Já Argentina, Venezuela e Colômbia qualificaram-se como "pombos" - não reagem ativamente quando os índices de inflação sobem acima do previsto. Chile e Peru mostraram uma postura branda, ou seja, não são radicais nem permissivos com a alta inflacionária.

Fold. Yahoo - Noticias

 

 

 


 



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